«Porque há Agentes da PSP no Pingo Doce?» Paulo Morais

0  ● 14.8.17 0
Uma (triste) originalidade à portuguesa que urge extinguir.



Porque há Agentes da PSP no Pingo Doce?

Há falta de Polícia nas ruas. Há escassez de meios na Polícia. Mas, ao mesmo tempo, há muitos agentes da PSP a guardar o interior dos supermercados Pingo Doce. Uma promiscuidade entre uma entidade privada e agentes públicos. Um absurdo. Seria inadmissível numa sociedade transparente.

Porque os agentes da PSP ganham mal, muito mal. Ao Ministério da Administração Interna “sabe bem pagar tão pouco” aos agentes de Polícia. Estes, por sua vez, compensam os salários baixos com duplo emprego... na privada, agenciado pela própria PSP. Os agentes, depois de trabalhar ao serviço de uma entidade privada, vão para as ruas fazer serviço público... exaustos. Uma (triste) originalidade à portuguesa que urge extinguir.

Paulo de Morais

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«Basílio Horta deve retirar-se da Política» Paulo Morais

0  ● 10.8.17 0


Basílio Horta tinha uma conta no valor de 5.600 euros, que na verdade era de 5.600.000 euros. Lapso, diz ele.
Se é verdade esta confusão, Basílio Horta deve retirar-se da Política. Quem confunde cinco mil com cinco milhões, com este nível de distracção, não pode ocupar cargos de responsabilidade.
Se é uma mentira (ou inverdade), Basílio Horta é mais um dos muitos políticos mentirosos; e deve retirar-se da Política.

Paulo de Morais
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Venezuela: Louçã critica tomada de posição do Governo português

1  ● 5.8.17 1



Francisco Louçã, comentário sobre a Venezuela.(ver video)

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"Este homem, sempre tão assertivo acerca de tudo e mais um par de botas, torce-se todo sem conseguir exprimir uma posição clara e inequívoca quanto ao que se passa na Venezuela. Sintomático. (...) Não me parece assim muito difícil escolher entre a liberdade e a falta dela. Quem não a defende já está a fazer uma escolha, à maneira jesuítica, que é a de Francisco Louçã. (...) A democracia tem de funcionar com regras claras e abstractas independentemente de quem é ou não de confiança. O resto é deixado ao livre arbítrio dos eleitores. Tudo o que não funcionar nessa base, não é democrático", diz Joaquim Vieira, jornalista.

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Caparica: «Espero que a justiça não tenha mão leve neste caso»

0  ● 4.8.17 0


Do altruísmo


Só meia dúzia de palavras sobre as mortes provocadas pela aeronave na Praia de São João na Caparica.

Tratou-se da execução de um procedimento de emergência de falha de motor e não de um despenhamento de aeronave.

Todos os pilotos que eu conheço (e são muitos) teriam, mesmo em caso de despenhamento, tentado evitar que a aeronave atingisse terceiros. Neste caso, tratando-se de uma aterragem de emergência (e não de um despenhamento) perante uma praia com pessoas, teriam decidido a amaragem mesmo correndo maior risco de insucesso, salvaguardando a vida dos banhistas. Para mais, a aeronave não transportava passageiros e o mar estava tranquilo.

Estranho que a justiça tenha aplicado as mesmas medidas de coacção aos dois tripulantes uma vez que a responsabilidade é unicamente do instrutor da aeronave que, perante a emergência, teve de assumir o comando da aeronave e tomar a decisão final.

O egoísmo e a falta de altruísmo não eram, no meu tempo e na minha escola, factores psicológicos aceitáveis para formar pilotos.

Espero que a justiça não tenha mão leve neste caso.

Luis Novaes Tito, Piloto da Força Aérea
http://barbearialnt.blogspot.pt

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«Seixas da Costa é agora administrador da EDP» Paulo Morais

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O embaixador português na UNESCO que ajudou a EDP a obter autorização, junto da UNESCO, para construir a barragem do TUA e destruir parte do Alto Douro foi SEIXAS DA COSTA.

A construção da barragem do TUA ficou a cargo de consórcio liderado pela MOTA ENGIL.

Seixas da Costa é agora administrador... da EDP; e administrador... da MOTA ENGIL.

Paulo Morais
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Paulo Morais escreve a Ferro Rodrigues: "É chegado o momento de reduzir o IVA na electricidade"

0  ● 28.7.17 0
"Paulo de Morais e Mário Frota, dois dos rostos da plataforma Frente Cívica, escreveram ao presidente da Assembleia da República a solicitar que os deputados procedam à reposição da taxa de 6% para o IVA da energia eléctrica no Orçamento do Estado para 2018."

Uma família pobre (são mais de dois milhões em Portugal) paga 23% de IVA na electricidade; enquanto uma família rica paga 6% numa estadia num hotel de luxo.
Continuamos (im)pacientemente à espera da resposta.

Paulo Morais, presidente da FRENTE CÍVICA



“Não se ignore que a energia eléctrica é um serviço de interesse geral, com propriedade, um serviço público essencial, como a lei a qualifica, que a título nenhum pode emparceirar, em termos de impostos, com os que se aplicam a produtos de luxo, como é flagrantemente o caso”, escrevem os dois dirigentes da Frente Cívica.

Defendem que a redução da taxa do IVA “é crucial para o reequilíbrio dos orçamentos das famílias, em particular das mais carenciadas (e tantas são, ainda que não abrangidas pelas tarifas sociais)”, comentam, mas também “de suma importância para a consecução de ganhos de competitividade pelas empresas”.

Ao PÚBLICO, Paulo de Morais diz estranhar que, três anos depois de findo o programa de assistência financeira, ainda ninguém se tenha lembrado disto. “O aumento da taxa do IVA na electricidade foi uma das medidas mais gravosas da austeridade. Muitas famílias não têm aquecimento em casa no Inverno, mesmo de classe média”, por causa do preço da energia eléctrica, e “muitos idosos que sofrem de doença pulmonar obstrutiva crónica morrem todos os anos por falta de aquecimento e pelas condições de humidade das suas casas”, sublinha.

Por outro lado, considera que a redução – ou reposição para a taxa que vigorava antes do programa, e que considera justa para um “bem essencial para a vida das pessoas” – terá também efeitos benéficos na economia, por aliviar a factura das empresas.

“Dada a imperiosa necessidade de reverter os sofrimentos impostos ao país por via das políticas austeritárias adoptadas nos amaríssimos anos do Programa de Assistência Económica e Financeira a Portugal, entende a Frente Cívica que é chegado o momento de repor o valor do IVA na electricidade, na sua taxa reduzida, regressando-se à forma primitiva”, lê-se na carta enviada a Ferro Rodrigues. A missiva pede ao presidente da Assembleia da República para “instar os senhores deputados” a reverter “uma das medidas mais dolorosas para a economia nacional adoptadas com alguma irreflexão nos últimos anos”.
Publico
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«Há aqui alguma coisa que não joga. Acordem! O país já está todo ardido» Hernâni Carvalho

1  ● 27.7.17 1



"O Siresp serve para tudo, menos para comunicar em emergência! Então só serve para quem está a ganhar dinheiro com ele, não serve para mais nada! E não há quem deite aquela porcaria fora? É porque 64 vidas é muito, mas muito mais caro que qualquer rescisão de contrato com o Siresp!!" Hernâni Carvalho, ontem na SIC,(ver video).

ver mais AQUI: "Porque é que a PJ não tem competência para tudo e só pode investigar até metade do caminho? Há aqui alguma coisa que não joga. Acordem! O país já está todo ardido".

Queixas sobre incêndio de Mação:
Problemas no ataque ao primeiro momento do incêndio, logo no domingo;
Deficiência dos meios destacados para essa primeira abordagem;
Desequilíbrio nos meios distribuídos pelos concelhos para os quais evoluiu o incêndio;
Desconhecimento do terreno por bombeiros que estiveram no combate às chamas no concelho;
Aldeias a arder sem bombeiros;
Fogo acabado de controlar que assume novamente proporções preocupantes sem carros de bombeiros presentes;
Falhas do SIRESP;
Desnorte da Protecção Civil.
Bombeiros queixam-se de falta de comida e de horas de descanso

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